O número de pessoas com carteira assinada ao final de fevereiro aumentou. É o que apontam os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), que analisou o trimestre encerrado no mês passado. De acordo com o levantamento, são mais de 39,6 milhões de trabalhadores no país contratados neste formato de vínculo empregatício. Os pequenos negócios são parte fundamental neste cálculo. Isto porque, em média, sete em cada dez novos postos de trabalho criados estão neste setor, segundo apontamento do Sebrae.
“São homens e mulheres que acordam de manhã e nunca desistem. Produzem com a sua criatividade o seu próprio negócio. Os pequenos negócios demonstram sua capilaridade em todos os setores econômicos. Eles pulverizam a economia e são os grandes protagonistas na distribuição de renda. Em 2024, foram responsáveis por 97% das empresas abertas e movimentando 26,5% do Produto Interno do Bruto do Brasil. Os números demonstram que estamos no caminho certo para levar mais dignidade para a nossa população”, afirma o presidente do Sebrae, Décio Lima.
Estes dados do IBGE apontam o êxito da política econômica executada pelo presidente Lula e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que estimula o crescimento e a geração de empregos.
Décio Lima, presidente do Sebrae.
- Leia também: Grandes números dos pequenos negócios no Brasil.
A pesquisa do IBGE apresentada nesta sexta-feira (28) mostra ainda que o rendimento médio dos trabalhadores chegou ao recorde da série (R$ 3.378). Ao mesmo tempo, a taxa de desocupação subiu para 6,8%, com alta de 0,7 ponto percentual – repetindo o seu valor mais baixo entre os trimestres encerrados em fevereiro (6,8%), fato ocorrido em 2014. Além disso, a quantidade de pessoas sem trabalho está 1,0 ponto percentual abaixo da observada no mesmo trimestre móvel do ano passado.
Informalidade e empreendedorismo
Já o número de empregados sem carteira no setor privado (13,5 milhões) caiu 6% no trimestre e manteve estabilidade no ano. Enquanto isso, o contingente de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) ficou estável no trimestre e cresceu 1,7% no ano. A taxa de informalidade também teve redução: saiu de 38,7% (trimestre encerrado em novembro) para 38,1% (concluído em fevereiro).
Fonte: SEBRAE
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