No atual cenário de alta competitividade e digitalização do setor tributário, a máxima de que “quem não é visto, não é lembrado” tornou-se um imperativo para as bancas de contabilidade. 

Para muitas firmas, o desafio não reside mais na competência técnica, mas na estruturação de uma área comercial capaz de converter expertise em novos negócios. 

Segundo especialistas do setor, o sucesso do escritório contábil em 2026 depende da capacidade do sócio em atuar com a mesma dedicação em duas frentes: como contador e como empreendedor.

A implementação de um plano de marketing bem estruturado não serve apenas para atrair novos contratos, mas para reforçar a autoridade do escritório em nichos específicos, permitindo que a empresa saia da “guerra de preços” e passe a ser percebida por seu valor consultivo.

Bases da estruturação comercial

Para desbravar novas oportunidades, a gestão deve focar em pontos fundamentais que conectam a técnica contábil à estratégia de mercado:

  • Definição de Público-Alvo: O primeiro passo é o recorte estratégico. O escritório pretende atender pequenos empreendedores ou focar em grandes corporações de Lucro Real? Ter clareza sobre os regimes tributários e segmentos econômicos que se pretende dominar é essencial para que o marketing seja assertivo.
  • Posicionamento e Diferenciação: O mercado exige uma resposta clara à pergunta: “Por que o cliente deve escolher você?”. O posicionamento define como a marca é percebida e quais recursos — sejam tecnológicos ou de atendimento — distinguem a empresa da concorrência.
  • Portfólio de Serviços: A formatação da oferta influencia diretamente na conversão. Combinar planos mensais, anuais e pacotes que equilibrem preço competitivo com entrega de alto valor é o que sustenta a atratividade comercial.

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Da teoria à realidade

Um plano de ação eficaz exige uma escolha consciente: a contratação de agências especializadas ou a capacitação interna da equipe. Em estruturas menores, é comum que o próprio sócio-diretor lidere a frente de vendas. 

Nestes casos, o maior desafio é a gestão do tempo, sendo necessária uma dedicação mínima para medir o sucesso das campanhas e ajustar a rota.

A definição de métricas de desempenho (KPIs) é o que separa o marketing amador do estratégico. Estabelecer metas claras — como o número de novos contratos por trimestre ou a taxa de expansão em um determinado setor — permite ao gestor conferir periodicamente o que gerou retorno sobre o investimento e o que precisa ser aprimorado.

Oportunidades e parcerias

Além das estratégias digitais, o crescimento sustentável no meio contábil ainda repousa sobre a rede de relacionamentos. Parcerias estratégicas e modelos de permuta “ganha-ganha” continuam sendo ferramentas vitais para aumentar o faturamento e a capilaridade da marca. 

Com o setor contábil ainda explorando as fronteiras do marketing, o momento é de oportunidade para escritórios que decidirem profissionalizar sua comunicação antes da concorrência, transformando o compliance em um ativo de vendas.

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